201703.06
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A hora e a vez dos brechós

Cada vez mais os brechós e sites de venda, compra e troca se consolidam como espaços de qualidade, produtos diferenciados e negociações comerciais

Não é de hoje que os brechós conquistam nosso olhar, mas de uns tempos pra cá eles têm se popularizado e ganhado mais visibilidade. Se antes os sites de compra e venda nem chegavam a ser uma opção para procurar determinado item, hoje vão muito além: oferecem uma variedade de produtos que não encontramos mais no mercado, o preço costuma ser acessível e em alguns casos o pagamento ainda é negociável.

O mais interessante é passar para outra pessoa uma blusa, sapato, acessório, óculos e uma série de produtos que você não usa, nunca usou e até aqueles que comprou e não gostou. E como eu conheço gente que se enquadra nessas situações!

Sempre compro no Mercado Livre, itens inimagináveis e que, às vezes, só encontro lá. Recentemente comprei um Kindle que vendedor usou por duas vezes. Perfeito! O site vende de tudo, novo e usado. Alguns itens têm o mesmo preço ou são mais caros do que os produtos em lojas comerciais, mas nada que uma boa pesquisa não resolva. Além disso, um ponto positivo é a qualificação do vendedor, se ele tem ou não uma boa reputação e se cumpre o combinado.

Em sites como o Enjoei é possível comprar estojos de maquiagens que não vendem mais no mercado, objetos de decoração descolados e moda feminina e masculina, além de outras seções. Com uma linguagem descolada, o site vende produtos de “mais de 100 mil lojinhas”.

Outro site interessante é o CoquetteBrechó, que vende roupas e acessórios femininos, novos ou semi-novos, “garimpadas com carinho e amor”. O brechó tem peças que, sem dúvida, não são fáceis de achar em outro lugar. Tem ainda o blog Santa Pechincha, que dá dicas de combinações do produto. Dá vontade de comprar tudo!